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O Louvre

O Louvre

Pois é, o Louvre… Quando saí de dentro do famigerado lá pelas 5 horas da tarde, correndo desesperado para não perder o trem de retorno para Deauville, cheguei à conclusão que preciso criar um novo blog chamado “Um Novato no Louvre”, e voltar lá umas 20 vezes e escrever posts suficientes para descrever o local. É claro que eu sabia que o Louvre era algo inacreditável em termos de museu, mas ainda assim me surpreendi. Que lugar bacana de visitar! Uma pena eu dispor de apenas um dia, e ter que passar correndo (literalmente) por tanta coisa. Mas, enfim, só me resta narrar de forma sucinta tudo o que consegui descobrir nessas horas e assim registrar a impressão do novato sobre o último grande ponto de visitação de suas férias.

Acredito que alguns detalhes do Louvre ficaram muito famosos com o livro O Código da Vinci, a começar pelas pirâmides de vidro na entrada do museu. Muita gente para lá para tirar fotos, e como o novato também é gente, não quis fugir à regra. Um dos receios que eu tinha era encontrar uma longa fila que consumisse metade do meu dia, mas para minha surpresa (e definitivamente não estamos mais na Itália) não haviam filas, a despeito da grande quantidade de pessoas que estavam visitando o museu. Há pontos de venda de ingressos mais do que suficientes, eu contei pelo menos 6 com atendentes e 10 máquinas automáticas para tickets. Além dessa boa infraestrutura de atendimento, há também um quiosque de informações muito bem preparado para atender aos turistas em vários idiomas, até mesmo em português. E o preço pela visita: 10 euros! Convenhamos, é um valor meramente simbólico diante da magnitude do museu.

Uma vez dentro do museu, a gente descobre alguns fatos interessantes. Primeiro, o museu começou bem menor, como uma construção militar em 1180, e foi sendo ampliado aos poucos, tornando posteriormente um castelo e convertido em museu em 1793. Inclusive a parte medieval do Louvre, ou seja, a estrutura primária de sua construção, é um dos pontos de visitação. Internamente, o Louvre possui três galerias principais para visitação: Denon, Sully e Richelieu. Cada galeria tem 4 andares (uma delas, apenas 3), e aí a gente começa a ter uma idéia do tamanho do museu. As galerias são organizadas por temas, desde artefatos egípcios, da Mesopotâmia, grecos e romanos, até as pinturas e esculturas das idades Moderna e Contemporânea. Além dessas galerias, há também outros espaços destinados a exposições, bem como um completo shopping em anexo, onde se encontra de tudo, desde livros e souveniers do museu até uma praça de alimentação.

Ao percorrer as galerias, a gente fica literalmente encantado com tantos artefatos e obras de arte, cuja a beleza e importância artística e histórica salta aos olhos. Um folder disponibilizado no museu com um mapa das galerias serve como guia para localizar as obras de arte mais famosas do museu, principalmente para aqueles que não dispõem de tempo suficiente para ver tudo, como era meu caso. Mas consegui na correria ver a Vênus de Milo, o Código de Hamurabi e o Escriba Accroupi. Isso sem contar que as próprias salas do museu são um espetáculo a parte, com decorações de época e afrescos belíssimos nos tetos. Na galeria Richelieu, em especial, há um grande espaço externo dedicado às esculturas de artistas franceses de grande tamanho, as quais tratam de vários temas e também impressionam bastante.

Entretanto, a obra mais importante (e particularmente acredito que tem muita gente que vá lá só pra vê-la e depois vai embora) é, sem dúvida alguma, a Monalisa. Ela fica na galeria Denon, bem ao centro do primeiro piso, e a localização já é visivel desde a entrada da galeria. Foi o único ponto do museu onde encontrei filas! Na verdade, era mais um tumulto do que uma fila, dezenas de pessoas se expremendo para ver a Monalisa e tirar um foto. O curioso é que o quadro de fato é muito bonito. A combinação de cores, a textura obtida por Da Vinci, realmente a destaca, mesmo sendo uma obra de tamanho pequeno, se compararmos as demais pinturas na mesma galeria. Como todo mundo sabe como é a Monalisa,  fiz questão de, ao invés de colocar uma foto fraquinha da dita cuja, fotografar a confusão que é chegar perto daquele que talvez seja o quadro mais caro do mundo.

O Louvre realmente valeu a pena por cada minuto, e o novato voltaria lá por várias vezes, sem o maior problema. É um lugar que dá gosto de visitar pelo valor artístico e histórico de seus artefatos, isso sem contar na excelente estrutura que os franceses montaram lá, o que facilita em muito a vida dos turistas. O novato realmente fechou com chave de ouro sua visita à França, com conseguiu deixar nele o gostinho de “quero mais”.


Anal