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Como deixar a Austria

Como deixar a Austria

Hoje o novato começa afirmando que foi muito difícil deixar a Austria. Mesmo porque ele escolheu dar o fora pelo lado mais bonito do país, daí é quem nem terminar namoro com uma linda morena de olhos claros, alta e sensual, que te abraça, beija e jura que te ama. Você sabe que tem que fazer isso, mas na hora H falta coragem. Enfim, a Austria é um país lindo, e o trem que parte da Austria para a Italia cortando os Alpes Austriacos é uma viagem inesquecível.

Confesso que a princípio decidi incluir a Austria no roteiro simplesmente para poder fazer esta viagem de trem. É um trajeto longo, de quase 6 horas entre Innsbruck e Veneza, mas que vale a pena para cada minuto que se passa no trem. O díficil é tirar fotos. Primeiro por causa das janelas dos trens, que por mais que a gente se esforce, acabam sempre deixando um reflexo indesejável na paisagem. Segundo, porque é tanta coisa ao mesmo tempo que você fica sem saber o que fotografar primeiro, e acaba perdendo muita coisa. Cliquei quase 500 vezes durante a viagem, e os nativos que seguiam no trem me olhavam com aquela cara de “o que esse novato tá fazendo aqui”?

Parti de Salzburg para Innsbruck, uma viagem de 3 horas que mostra algumas imagens bonitas, mas nada ainda significativo. Em Innsbruck é necessário trocar de trem, e os 30 minutos de parada me deram tempo suficiente para uma foto nerd histórica. Foi em Innsbruck que o Douglas Adams teve a brilhante idéia de escrever o Guia do Mochileiro das Galáxias, então, nada mais adequado do que tirar a toalha da mochila, por na cabeça, e ao lado da plaquinha que identifica a estação, eternizar este momento. Esta foto e muitas outras estarão disponíveis logo logo no meu perfil do facebook. Confira!

Voltando ao nosso percurso de trem, o novato precisou de babador logo na primeira curva após Innsbruck, quando se inicia uma decida sinuosa que revela uma paisagem digna dos filmes do Highlander. Não dá pra descrever, assim deixemos que as fotos amadoras deste post falem por si.

O caminho prossegue até cruzarmos a fronteira com a Itália, e após alguns quilômetros a gente definitivamente percebe que está em outro país. É curioso, mas na Itália, embora a paisagem continue bela, as coisas parecem mais largadas, do tipo, “deixe o mato crescer e vamos curtir a vida”. Ainda assim, a gente vê muitas fazendas ao norte da Itália, com vinhedos e tudo mais. A segunda foto dá uma idéia boa do cenário que vamos encontrar até Verona, cidade a partir da qual a paisagem se torna mais urbana, com fábricas e indústrias.

O passeio termina com a chegada a Veneza, que por si só é um show a parte. Mas isso é assunto pra amanhã.


Anal